A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE?

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Em algum momento da vida, possivelmente você usou esta frase. Em geral, esta soa como alívio, refrigério em um momento crítico, extremo. Parece que ela revigora as forças quando não se identifica uma saída. Então, encorajado, você volta a sonhar e lutar, lutar e sonhar.

Certo pensador cristão, meditando sobre a esperança, disse:

“Para que se possa viver é preciso ter um futuro e, ter esse futuro é ter esperança. E completou: a esperança pertence à vida, assim as coisas que esperamos e como as esperamos, fazem parte daquilo que somos”.

Esperança é o que mais o homem e a mulher precisam hoje, como um poder encorajador, um antídoto para as crises e desesperanças que atingem a todos, adultos e crianças, pobres e ricos, famílias, comunidades, povos e nações. Na verdade, eu e você precisamos da esperança como um combustível necessário à sobrevivência e à caminhada.

O teólogo Jürgen Moltmann, afirma no seu livro “Teologia da Esperança” que: “A esperança não é produzida por esperanças humanas que surgem a propósito dela, como não é arruinada pelas desesperanças que antecipam o não cumprimento, mas, apoia-se fundamentalmente da fidelidade de Deus que mantém a sua palavra de promessa, que não mentirá, porque não pode negar-se a si mesmo”.

Assim, a esperança cristã não provém do homem, do estado de espírito, da psique e nem depende das circunstâncias. A esperança cristã é herdeira da esperança do povo de Israel e se apoia na pessoa e na obra atingem a todos, adultos e crianças, pobres e ricos, famílias, comunidades, povos e nações. Na verdade, eu e você precisamos da esperança como um combustível necessário à sobrevivência e à caminhada. O teólogo Jürgen Moltmann, afirma no seu livro “Teologia da Esperança” que: “A esperança não é produzida por esperanças humanas que surgem a propósito dela, como não é arruinada pelas desesperanças que antecipam o não cumprimento, mas, apoia-se fundamentalmente da fidelidade de Deus que mantém a sua palavra de promessa, que não mentirá, porque não pode negar-se a si mesmo”.

Assim, a esperança cristã não provém do homem, do estado de espírito, da psique e nem depende das circunstâncias. A esperança cristã é herdeira da esperança do povo de Israel e se apoia na pessoa e na obra de Jesus Cristo. Paulo disse: “Jesus Cristo, esperança nossa”. (I Tm.1:2).

É abençoador saber que a nossa esperança em Cristo não se restringe à vida eterna no céu, mas também abençoa a nossa jornada neste mundo. Por isso, apesar das desesperanças ameaçadoras que nos cercam, podemos esperar nEle; não obstante a morte tão presente, nEle a vida se renova, e assim por diante.

Pr. Valdemar de Souza